quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

"Go and read a two": Nesta página, o internauta encontrará dois LINKs, correspondentes a uma parceria entre a agência noticiosa "Google News" e "Edson Paim Notícias", através dos quais poderá ler, diariamente, as últimas Notícias dos Municípios, dos Estados, do País e do Mundo, publicadas nessa dupla de sites que constituem um verdadeiro jornal diário (Acesse um e leia dois)



Este Blog estará sempre atualizado, qualquer que seja a data que apareça acima, pois a atualização ocorre automaticamente, inclusive nos momentos em que você o acessa ou esteja lendo.

Para você ler as notícias que são postadas nos últimos instantes, pelo Google News e por Edson Paim Notícias",  basta clicar nos seguintes LINKs:

http://news.google.com/ 

http://www.edsonpaim.com.br/    

As instruções acima seriam até desnecessárias,  pois já existe uma  maneira de acessar, todos os dias, Notícias publicadas pelo "Google News" e por "Edson Paim Notícias", clicando  nos respectivos LINKs, situados ao lado direito desta página.  

Mas esta redundância objetiva a maior visibilidade por parte do leitor.

A sequência dos LINKS é idêntica a observada acima: O primeiro é o da agência noticiosa "Google News", o segundo é o de "Edson Paim Notícias" e, eventualmente,  o terceiro,  repete o de Edson Paim, enquanto não for substituido por um LINK de nível municipal, estadual, nacional ou internacional, formando assim, novas trincas de sites, aos quais aplicamos a designação de "THE THREE IN ONE POST".

De qualquer maneira, tanto as duplas como as trincas de sites (como ocorre em grande parte dos 600 Blogs que constituem o Painel do Paim), conduzem o leitor às últimas Notícias dos Municípios, dos Estados, do País e do Mundo, neles publicadas

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ronaldinho é maior contratação na história do Brasil, diz Luxemburgo

 . Foto: Reprodução Luxemburgo exalta chegada de Luxemburgo e vê momento histórico para futebol brasileiro
Foto: Reprodução


Vitor Machado

A confirmação da chegada de Ronaldinho agitou o ambiente em Londrina, local da pré-temporada rubro-negra. Em entrevista, o técnico Vanderlei Luxemburgo classificou a contratação do jogador como a maior da história do futebol brasileiro.
"Acho que o Flamengo teve uma conduta, como tem tido sempre, de tratar tudo com tranquilidade. Vocês, jornalistas, buscando a informação e nós trabalhando com calma, buscando viabilizar o negócio. O Flamengo está de parabéns, é a maior contratação do futebol brasileiro de todos os tempos. É um projeto, não só uma contratação. O Flamengo deu uma demonstração de força e grandeza que precisava", disse.
Segundo o comandante, a realização da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, deve servir como meta para o craque nos próximos anos. "Quando se é jovem, se tem toda uma juventude ao lado, mas a personalidade e o caráter nasce e morre com você. Ele deixou de ser um menino para se tornar um jogador mundialmente consagrado. Há uma mudança de comportamento natural, mas tem de se ter objetivos", afirmou.
Após os seguidos casos de indisciplina de Ronaldinho, sempre presente em jornais europeus nos últimos anos por saídas à noite, Luxemburgo cobrou comportamento em sua passagem pelo Rio de Janeiro. "Ainda não falei com ele, mas vamos falar sobre o objetivo do clube e procurar saber o dele. Acho que por tudo que já conquistou, o direcionamento é para que a Copa no Brasil seja uma referência. Mas tem de ter um comportamento de atleta, não de popstar", destacou.
A possível chegada de Thiago Neves também foi lembrada por Luxemburgo, que espera pelos dois reforços ainda na cidade paranaense. "(O Thiago Neves) está no mesmo contexto. É um grande jogador. Diferente do Ronaldinho, que já disputou Copa e foi eleito o melhor do mundo. (O negócio) tem tudo para acontecer de forma positiva. Tem de chegar e buscar espaço na Seleção, porque tem uma Copa no Brasil. É um fator motivador grande. Tem que vir para cá conhecer o João Vitor, o Romarinho, o roupeiro, que é a nossa turma".
O Dia
O Dia - © Copyright Editora O Dia S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O Dia.
  1. Dirigentes do Flamengo se abraçam após anunciar a contratação de Ronaldinho; astro foi confirmado como jogador rubro-negro após longa novela

    Foto: Agência Lance
  2. Presidente do Fla, Patrícia Amorim anuncia contratação de Ronaldinho

    Foto: Agência Lance
  3. Patrícia Amorim fez um discurso emocionado após anunciar acerto; "o torcedor do Flamengo pode colocar a camisa amanhã e ter muito orgulho de ter o melhor jogador do mundo", disse

    Foto: Agência Lance
  4. Torcedores do Flamengo aguardam reunião entre o clube e Ronaldinho que pode anunciar o jogador como reforço para 2011; organizados levaram faixa com o rosto do atleta

    Foto: Agência Lance
  5. Torcedores do Flamengo exibem faixa em homenagem a Ronaldinho

    Foto: Agência Lance
  6. Galliani foi recebido com festa por flamenguistas

    Foto: Agência Lance
  7. Vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, chega ao Hotel Windsor, no Rio de Janeiro, para reunião com a diretoria do Flamengo

    Foto: Agência Lance
  8. Flamenguistas marcam presença em frente ao Hotel Windsor

    Foto: Agência Lance
/futebol/estaduais/2011/foto/0,,00.html
  
 
Links relacionados

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Popularidade de Lula bate recorde e chega a 87%


G1/DA

Pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quinta-feira (16) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao último mês do mandato com recorde de aprovação e popularidade de 87%.
A aprovação do governo federal, com 80%, também chega a patamares nunca antes registrados, segundo o Ibope.
Entre os dias 4 e 7 de dezembro, o Ibope ouviu 2.002 entrevistados em 140 municípios de todas as regiões do país. A pesquisa conta com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e tem grau de confiança de 95%.
A pesquisa encomendada pela CNI avalia trimestralmente a popularidade e o desempenho administração federal junto à opinião pública. O estudo revela a imagem do governo, do presidente da República, e traz também a percepção da população sobre temas importantes como desemprego e medidas com impacto direto na economia.
Regiões
O Nordeste é a região com melhor avaliação do governo federal: 86% dos nordestinos entrevistados disseram considerar o governo de Lula “bom ou ótimo”. Em seguida vêm as regiões norte e Centro-Oeste (81%), Sudeste (78%) e Sul (75%).
Já a avaliação pessoal de Lula no Nordeste é de 95%, no Norte e Centro-Oeste (90%), Sudeste (85%) e Sul (80%). No último levantamento, registrado em outubro, a avaliação pessoal do presidente era de 92%, no Nordeste, 88% no Norte e Centro-Oeste, 81% no Sudeste, e 78% no Sul.
Confiança em Lula
A confiança no presidente Lula é retorna ao patamar recorde de 81%, após ter recuado para 76% na pesquisa anterior.
O percentual dos entrevistados que disseram não confiar em Lula caiu de 19% para 14% no levantamento atual, atingindo o menor patamar em oito anos.
Áreas
A pesquisa Ibope também mede a aprovação das políticas adotadas pelo governo em nove áreas. A atuação do governo na educação melhorou na opinião dos entrevistados, subindo de 50% para 57% dos entrevistados. A desaprovação caiu de 45% para 38%.
Nas questões relacionadas ao meio ambiente, 60% disseram aprovar as políticas do governo, contra 30% que desaprovaram. No levantamento passado, a aprovação era de 49% contra 41% de reprovação.
As ações do governo para combater a forme e a pobreza no país tiveram a aprovação de 71% dos entrevistados, contra 24% que desaprovaram. No levantamento passado, a aprovação era de 66% contra 29% de reprovação.
A atuação no combate ao desemprego melhorou na opinião dos entrevistados, subindo de 64% para 66% dos entrevistados. A desaprovação caiu de 30% para 28%.
As recentes ações policiais de combate ao tráfico no Rio de Janeiro, segundo o gerente executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, contribuíram para que, pela primeira vez em oito anos de governo, a segurança pública tivesse avaliação positiva: 49% de aprovação contra 46% de reprovação. No último levantamento, as ações de segurança eram reprovadas por 53% contra 40% de aprovação.
O combate à inflação, segundo a pesquisa, teve a aprovação de 56% contra 33% de desaprovação. Já a foram como o governo define a taxa de juros foi aprovada por 46% contra 43%.
Na área da saúde, os entrevistados demonstraram a maior insatisfação com o governo. 54% reprovaram as ações governamentais na área e 42% aprovaram. A política de impostos do Planalto também foi mal avaliada: 51% de reprovação contra 39% de aprovação.
Levantamento anterior
A última edição do levantamento, divulgada em 1º de outubro, 77% dos entrevistados consideravam o governo “ótimo” ou “bom”, contra 4% de “ruim” ou “péssimo”. A aprovação pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva era de 85%, recorde na sequência histórica do levantamento.
Governo Dilma
A expectativa com o governo da presidente eleita Dilma Rousseff, que começa a partir do dia 1º de janeiro de 2011, é elevada. Para 62% dos entrevistados, a petista irá fazer um governo “ótimo ou bom”.
Comparativamente ao governo do presidente Lula, 18% acreditam que a gestão Dilma será melhor, 58% que será igual e 14% acham que será pior.
São prioridades apontadas pelos entrevistados para a próxima administração ações que privilegiem as áreas da saúde, educação, segurança, combate à fome e à pobreza, combate às drogas, geração de empregos e combate à corrupção.
Assuntos mais lembrados
Entre os assuntos publicados pela imprensa que foram mais lembrados pelos entrevistados, a ação das Forças Armadas e a ação policial nas comunidades do Rio de Janeiro foi citada por 32% dos entrevistados. A composição do governo da presidente Dilma Rousseff foi mencionada por 11% e as falhas e erros do Ministério da Educação na aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio foram lembradas por 10%.
A discussão do salário mínimo foi citada por 3% e o escândalo envolvendo a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, por 2%. O mesmo percentual foi obtido por assuntos como “obras do PAC”, “censo do IBGE” e “viagens do presidente Lula”.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Ex-governador de MT e MS recebe título de doutor honoris causa pela criação da UFMT


Éser Cáceres



O ex-governador de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul Pedro Pedrossian foi homenageado nesta sexta-feira (10) com o título de doutor honoris causa pela UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso). A outorga foi parte das comemorações pelos 40 anos de fundação da Universidade e aconteceu no Teatro Universitário, em Cuiabá.
De cadeira de rodas, por ter passado por uma operação realizada em março, o ex-governador foi recebido pela reitora da UFMT, Maria Lúcia Cavalli, e por políticos como o senador Jaime Campos (DEM) e seu irmão, deputado federal eleito Júlio Campos (DEM).
Pedro Pedrossian não escondeu a emoção de voltar a Cuiabá para receber o título de doutor. O ex-governador afirmou, que contou o tempo aguardando um prêmio. "Contei os anos, os meses, as semanas e os minutos. Porque o prêmio é a forma de encerrar uma vida para o qual eu não fui preparado, mas, por uma destinação divina, me colocou um papel longo, muito longo a cumprir. Fui tanta coisa para a qual eu não estava preparado. Então, isso é demais para mim", disse.
O Diretor da Faculdade de Economia, professor Fernando Tadeu de Miranda Borges, falou sobre a trajetória política de Pedrossian, que se orgulha por ser "um homem que criou três universidades federais", segundo ele próprio relata.
Governador de Mato Grosso entre 1965 e 1971, participou da criação e implantação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Em seguida, criou a Universidade Estadual de Mato Grosso, que se tornou a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) com a criação do novo estado. Já como governador de Mato Grosso do Sul, criou a Universidade Estadual de Dourados, que atualmente é a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O ex-governador que comandou dois estados brasileiros em períodos diferentes lembra que a criação e implantação da UFMT foi "fruto da pressão da sociedade cuiabana e de sua mocidade”.
Para o ex-reitor da UFMT, Gabriel Novis Neves, “trazer Pedrossian para a sua casa é identificar o DNA do seu legítimo pai”. Segundo ele, o ex-governador revolucionou o Estado pela educação. “E a UFMT nasceu sob o signo do novo homem”, definiu.
Descendente de armênios, Pedrossian nasceu em Miranda (MS), em 13 de agosto de 1928, e reconhece em seu livro de memórias estar dividido entre quatro amores: “Mato Grosso, Mato Grosso Sul, minha família e meus amigos”.(Com informações do O Documento)


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sábado, 13 de novembro de 2010

G-20 não apoia EUA em disputa sobre moeda com a China

Os líderes das 19 economias mais industrializadas do mundo evitaram apoiar os esforços dos Estados Unidos para pressionar a China a valorizar sua moeda, o yuan, o que manteve viva a disputa entre Pequim e Washington e aumenta os temores de uma guerra cambial no futuro, em meio a declarações de que as exportações chinesas aos EUA estão custando empregos de norte-americanos. Ao final da cúpula, os 20 líderes concordaram em divulgar um comunicado recatado, no qual assinalaram apenas que todos estão de acordo em evitar uma "desvalorização competitiva" das suas moedas.

A declaração tem pouco peso porque geralmente os países só desvalorizam suas moedas em condições extremas, como uma grave crise financeira. O fato do G-20 não ter aprovado a posição norte-americana ressalta a perda relativa de influência de Washington no cenário internacional, especialmente nos temas econômicos.

Washington alega que Pequim mantém o yuan artificialmente fraco para obter vantagens comerciais. Mas a posição americana se enfraqueceu, após a decisão do Federal Reserve (banco central dos EUA) de imprimir US$ 600 bilhões para comprar títulos do governo e aumentar a liquidez da sua economia, o que enfraquece o dólar.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, acusou de maneira ríspida a China, nesta sexta-feira, de manter sua moeda "subvalorizada" e disse que insiste em um acordo comercial com a Coreia do Sul onde todos sejam vencedores. Um Obama mais agressivo disse aos repórteres em Seul, logo antes de partir para o Japão, que a cúpula do G-20, grupo das 20 economias mais industrializadas, fez progresso em estabilizar a economia mundial, a qual ele acredita agora está "no caminho da recuperação". Mas Obama alertou que os países se arriscam a retroceder se não trabalharem duro para promover o crescimento econômico sustentado, acabar com práticas comerciais injustas e com a manipulação no câmbio.

Obama argumentou que "os países com grandes superávits (comerciais) precisam mudar e acabar com sua dependência não saudável às exportações" e afirmou que a taxa de câmbio precisa "refletir realidades econômicas".

Obama disse que a política monetária chinesa é "irritante" não só para os EUA, como para muitos dos sócios comerciais dos americanos. As economias do G-20, que representa não só os países mais desenvolvidos, como também os principais emergentes, como Brasil, Argentina e México, somam 85% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

"A China gasta uma quantidade enorme de dinheiro para intervir no mercado e manter o yuan subvalorizado, por isso é importante que a China passe para um sistema baseado no mercado", afirmou Obama.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

G20: debater guerra cambial é melhor do que reeditar as guerras comerciais


SEUL, 12 Nov 2010 (AFP) -O G20, muito elogiado como o melhor fórum de ação contra a crise financeira que se instalou no mundo em 2008, acabou por demonstrar na cúpula de Seul suas dificuldades para superar as divergências que dominam a economia planetária, apesar de, segundo os especialistas, isso ser melhor que as guerras comerciais travadas antigamente. As duas maiores economias do planeta, Estados Unidos e China, mantêm um duro confronto, no qual Washinton acusa Pequim de manter artificialmente desvalorizada sua moeda para favorecer suas exportações, que não param de desequilibrar a balança comercial em favor do gigante asiático.
Com a rivalidade sino-americana como fundo, o Grupo das 20 principais economias industrializadas e emergentes terá sempre dificuldades em negociar um pacto que retifique os desajustes do comércio internacional.
No entanto, os analistas asseguraram que é melhor que as grandes potências econômicas cruzem suas diferenças num fórum multilateral do que iniciem guerras comerciais ou fechem-se num isolamento próprio dos anos 1930.
"Em Seul, houve demasiado confronto sobre moedas, déficits e exportações para que os líderes do G20 pudessem obter algum grande avanço", observa David Shorr, especialista em diplomacia da Fundação Stanley, com sede nos Estados Unidos.
"Mas também houve preocupação suficiente para se evitar um fracasso", ressaltou.
Os chefes de Estado e de Governo do grupo acertaram se abster "de uma desvalorização competitiva das moedas e a trabalhar para reequilibrar as contas correntes países exportadores e importadores".
Os mercados financeiras não se mostraram nada surpreendidos. Adam Cole, chefe de estratégia de divisas no RBC Capital Markets de Londres, disse que o comunicado final "dificilmente poderia ter sido mais descafeinado".
A linguagem utilizada para referir-se à correção dos desequilíbrios de contas correntes estava muito longe da mudança desejada pelo presidente Barack Obama. Mas depois do revés sofrido por seu Partido Democrata nas eleições legislativas de meio mandato, o presidente promoveu, durante seu giro asiático, planos favoráveis à criação de emprego nos Estados Unidos.
No entanto, Obama comentou que era notável que, apesar das tensões da cúpula, todos "estivessem fazendo o trabalho".
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou, por sua parte, que a tarefa de reequilibrar as contas correntes "está sendo discutida em um meio multilateral adequado", que exclui "recorrer a medidas de retorsão e políticas egoístas".
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, reconheceu que é "mais difícil organizar a cooperação agora que as pessoas acreditam que a crise acabou". Mesmo assim, se declarou muito otimista.
Para o presidente chinês Hu Jintao e outros líderes, como o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ou a chanceler alemã Angela Merkel, a principal ameaça para a economia mundial não vem das potências exportadoras, e sim da política monetária americana, que consideram laxistas.
Suas críticas se intensificaram depois do anúncio na semana passada, por parte do Fed americano, de sua intenção de injetar 600 bilhões de dólares suplementares para apoiar a economia da primeira potência mundial.
Segundo esses líderes, essa iniciativa desvalorizará o dólar, o que provocará uma perda de competitividade dos países exportadores e propiciará a entrada nos países emergentes de capitais especulativos suscetíveis de formar bolhas.
Kim Sang-Jo, professor de economia da Universidade Hansung, de Seul, explicou que ao menos se ganhou tempo para que o G20 continue o debate nos próximos meses, num contexto mais suave entre ministros das Finanças.
Mas alertou: "O G20 representa um sistema de coordenação internacional lasso que dificilmente pode adotar normas vinculantes".
bur-jit/cn
AFP
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